domingo, 29 de agosto de 2010

Amigos

Sei que este é um assunto um tanto quanto recorrente por aqui.
Mas o que posso fazer se este é um dos assuntos que mais me incomoda em muitos aspectos? - E este é o propósito de escrever.

O assunto exatamente é a relação entre a velocidade do começo e a do final.
Note que este é um post de uma matemática, portanto qualquer semelhança com demonstrações ou qualquer comparação matemática não é mera coincidência.

Fiquei pensando alguns bons momentos, mais de uma vez, sobre isso.
Se deveria postar. Se faz sentido realmente, ou se é apenas mais uma daquelas coincidências.

Afinal de contas, vale a pena rever o meu repertório de amizades para saber se é um padrão?

Fato é: em um ano e meio de faculdade tive cinco amigos especiais.

Claro que o mérito de cada um é diferente. Cada um me conquistou - e eu os conquistei, assim espero - de formas diferentes. Mas isso não vem ao caso - eu acho.

Fato dois: dessas cinco amizades, quatro tiveram duração de menos de seis meses.

E lembre-se que estou falando de pessoas especiais!
Muito especiais, por sinal.

A nostalgia toda parte exatamente do fato da velocidade de início.
Foram duas amizades muito rápidas e muito intensas - eu sei que ficou meio ambíguo, mas entendam o que quiser.

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E escrevendo, acabei de pensar em outra comparação. Acontece que isso faria eu apagar este post inteiro.
Vou voltar ao meu raciocínio e depois, quem sabe, volto a escrever sobre o novo.
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E claro que elas tiveram finais diferentes. Completamente diferentes!
Mas essas quatro amizades que se fortaleceram de forma tão repentina também acabaram de uma forma muito *PÁ*.

O que me levou a repensar algumas outras amizades. Aquela coisa de estatístico de tentar ver padrão em tudo.

E me peguei pensando no jardim de infância...

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