sábado, 17 de setembro de 2011

Não quero acordar

Ou melhor, não quero dormir...

Quando estamos vivendo aquele momento lindo, que parece um sonho, dizemos muito isso, né?
"Não quero acordar deste sonho perfeito, meu amor!"
Mas se você olhar por outro ângulo, do que não é um sonho, você pode reparar que o que de fato queremos é não dormir.

Tipo aqueles filmes românticos que o casalzinho apaixonado não quer que o dia acabe porque amanhã ele partirá para nunca mais voltar...

Então eles ficam a noite inteira acordados e não querem dormir, porque dormir é uma perda de tempo!

Só que nunca mostram o chefe do cara pesando nele no dia seguinte.

Daí concluo que é melhor eu ir dormir.

Casamento e Emprego

Não vou falar em metáfora, porque não acho que seja o caso.
Hoje o assunto vale tanto para um como para outro, então não faria sentido eu falar de um querendo dizer o outro, certo?

Outra coisa, acho que podemos considerar "morar junto" como casamento também. Até porque você vai perceber que o que eu quero dizer independe desse detalhe da formalidade.

Por exemplo, quando você vai morar junto mas não assina nada, você sabe que está correndo riscos, assim como está fazendo isso porque provavelmente isso é mais vantajoso no momento. O mesmo vale para o emprego: o informal tem suas vantagens e desvantagens.

Outra coisa em comum, o estágio. Eu acredito que o namoro seja como o estágio. Ou o estágio seja como o namoro, entende? Entende porque eu não quero falar em metáfora de um pro outro?

Quando procuramos um estágio é mais ou menos assim: temos nossos critérios básicos (área de atuação); temos que saber fazer aquele marketing pessoal básico; e saímos atirando pra todos os lados, ou não!

Vamos a festas, barzinhos, saímos com amigos, conhecemos gente nova, colocamos nosso currículo no vagas. Ou os mais tímidos apenas observam e quando acham que é interessante enviam o currículo para aquela vaga específica.

Mas todos sabemos que o mais tímido tem menos chance de acertar, porque tenta menos. Assim como o mais arrojado pode sofrer mais derrotas, participar de mais dinâmicas de grupo (ugh!) ou até ir a lugares nunca antes imagináveis da cidade onde fica a tal empresa onde encontra-se o seu possível futuro gestor.

Lógico que existem os casos, e eu inclusive conheço alguns, de pessoas que tiraram a sorte grande ou usaram uma sniper muito boa e acertaram o alvo de primeira e estão dando certo até hoje no seu primeiro estágio - ou relacionamento.

Enfim, essa é apenas uma das questões.

Até porque tem aqueles que não querem trabalhar e não vão precisar disso nunca na vida. Cada um tem seu ganha pão, mesmo que não seja trabalhar.

E depois que você foi chamado pra um estágio? Você fica com alguém e...? Fica de novo? Vai ficando?

Normalmente tem aquele período de experiência e os dois decidem se querem continuar ou não.
Às vezes os dois são meio inexperientes ou desesperados e vão levando mesmo sem estar bem, porque confiam na seleção que fizeram e acreditam no futuro (?). Ou simplesmente estão curtindo o presente (mas esta questão fica para outra hora).

Aí aparecem os defeitos: o ambiente de trabalho, o serviço, você, ele.. compatibilidade, ou melhor, a falta dela.

Bom, é pra isso que serve o estágio, certo? Pra conhecermos o serviço, o dia-a-dia, a empresa.
Mas no fundo no fundo não é bem por aí.

Você não pode sair por aí namorando um atrás do outro, nem ficar pulando de um estágio pra outro sem parar. Assim como uma empresa não pode ficar trocando de estagiário ou funcionário de 3 em 3 meses.

Então, primeira conclusão, precisamos escolher bem a empresa que queremos trabalhar.

O que acontece quando não temos confiança:
Na busca do primeiro estágio, muitas vezes nos sujeitamos a vagas que não são do nosso nível, por desespero ou falta de confiança em conseguir coisa melhor.

O que acontece quando somos muito exigentes:
Ficamos à espera do príncipe encantado e podemos acabar ficando pra titia.

O que acontece:
Gostamos de alguém e não é recíproco!

É claro! Não é uma escolha só sua!
Eu posso fazer de tudo pra entrar naquela empresa, mas depois posso me decepcionar ou posso ser demitida.

Oras...

Algumas gerações atrás as pessoas decidiam se casar e ficavam juntas até morrer.
E os empregados eram mais fieis à sua empresa.

Eu poderia viajar sobre isso o resto da minha noite ou guardar este rascunho por mais um ano pra tentar terminar o raciocínio.

Postei.
(cont.)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Loop infinito

Os leigos que me perdoem, mas não há expressão melhor para dizer que este espaço está fadado a ser um loop infinito.

Talvez seja fácil contar numa mão quantas vezes eu já falei sobre o mesmo assunto ou algo muito parecido.

Por exemplo este: quantas vezes já reclamei da minha repetição contínua e insistente em certos assuntos?

Queria poder me libertar de novo...


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Namoro sem privilégios

Passei tanto tempo pensando em como deveria ser meu príncipe encantado, em como tudo deveria acontecer, no que eu achava mais importante e menos importante.

Também não foi tanto tempo assim. Digamos que durante três ou quatro anos pensei e repensei sobre isso algumas vezes - até acho que foi pouco porém muito suficiente.

De qualquer forma, foi muito mais do que passei pensando nos meus amigos "a fazer".

Uma das minhas principais conclusões em relação ao namoro foi que não se pode - ou pelo menos eu não poderia - jogar na loteria.

Ou seja, a chance de você achar a pessoa certa em uma balada é minimamente pequena. A chance dessa pessoa da balada ter um dos três defeitos que você particularmente repudia é muito grande.

Hoje vejo que dei muita sorte.
Porque eu conclui que queria um amigo. E que nós nos conhecêssemos sem compromisso. Depois, se ele tivesse os pré-requisitos - incluindo gostar de mim - assinaríamos o pré-contrato.

Hoje vejo que dei muita sorte.
Porque hoje vejo como não é fácil encontrar uma amiga, quanto mais um amigo.

Hoje vejo a complexidade de se arranjar um(a) amigo(a).

Afinal de contas, um amigo também tem que ter interesses em comum.
Uma amiga também tem que conversar sobre o que você gosta.
Uma amiga também não pode ter AQUELE defeito que te irrita ao extremo!

Talvez até seja possível namorar à distância. Mas vamos concordar que é BEM difícil.
Assim como é BEM difícil manter uma amizade à distância.
#Eu tenho boas amizades à distância#

Afinal, o que é a amizade senão um namoro sem "privilégios"?

Nem tão complexa assim

Relendo alguns dos meus posts não é difícil reparar que eu penso muito nas mesmas coisas.
Talvez porque sejam coisas muito filosóficas ou nostálgicas ou simplesmente perguntas sem resposta.

E sempre me pego pensando nessas mesmas coisas.

Será que um dia meus assuntos vão acabar?

domingo, 29 de agosto de 2010

Amigos

Sei que este é um assunto um tanto quanto recorrente por aqui.
Mas o que posso fazer se este é um dos assuntos que mais me incomoda em muitos aspectos? - E este é o propósito de escrever.

O assunto exatamente é a relação entre a velocidade do começo e a do final.
Note que este é um post de uma matemática, portanto qualquer semelhança com demonstrações ou qualquer comparação matemática não é mera coincidência.

Fiquei pensando alguns bons momentos, mais de uma vez, sobre isso.
Se deveria postar. Se faz sentido realmente, ou se é apenas mais uma daquelas coincidências.

Afinal de contas, vale a pena rever o meu repertório de amizades para saber se é um padrão?

Fato é: em um ano e meio de faculdade tive cinco amigos especiais.

Claro que o mérito de cada um é diferente. Cada um me conquistou - e eu os conquistei, assim espero - de formas diferentes. Mas isso não vem ao caso - eu acho.

Fato dois: dessas cinco amizades, quatro tiveram duração de menos de seis meses.

E lembre-se que estou falando de pessoas especiais!
Muito especiais, por sinal.

A nostalgia toda parte exatamente do fato da velocidade de início.
Foram duas amizades muito rápidas e muito intensas - eu sei que ficou meio ambíguo, mas entendam o que quiser.

#
E escrevendo, acabei de pensar em outra comparação. Acontece que isso faria eu apagar este post inteiro.
Vou voltar ao meu raciocínio e depois, quem sabe, volto a escrever sobre o novo.
#

E claro que elas tiveram finais diferentes. Completamente diferentes!
Mas essas quatro amizades que se fortaleceram de forma tão repentina também acabaram de uma forma muito *PÁ*.

O que me levou a repensar algumas outras amizades. Aquela coisa de estatístico de tentar ver padrão em tudo.

E me peguei pensando no jardim de infância...

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Pergunta(s)

A expressão "mal educado" é realmente literal?
Digo, se uma pessoa é "mal educada" com alguém, é porque ela não foi bem educada?
Ou é a personalidade dela que pode estar falando mais alto e gerando a tal "má educação"?
Educação se ensina? Até que ponto?